
O primeiro ano da gestão de Chico Mendes representa uma mudança clara na forma de fazer política em Diamantino. O prefeito tem apostado em articulação e diálogo direto com a Câmara Municipal, deixando de lado os velhos acordos baseados em cargos e indicações. Hoje, o relacionamento entre Executivo e Legislativo é mais institucional e menos político, e isso, naturalmente, incomoda quem se beneficiava do modelo antigo.
Mendes conseguiu impor um novo ritmo: há menos indicações de vereadores, menos trocas e mais foco em projetos e ações. Essa postura gerou resistência em parte dos parlamentares, mas também trouxe respeito de quem enxerga maturidade e transparência nesse novo jeito de governar.
Por outro lado, a gestão ainda enfrenta entraves, como o transporte coletivo que não saiu do papel e o problema do lixão, que começou a ser resolvido apenas recentemente. Mesmo assim, há avanços concretos, como a retomada de convênios, a duplicação da MT-240, o curso de Agronomia, finalização da praça do Altos da Serra, Construção de uma nova UBS, e a unificação da saúde, que promete dar mais eficiência ao sistema público.
Aliados de Chico Mendes afirmam que o prefeito herdou um orçamento “travado” da antiga administração, o que, segundo eles, teria sido uma espécie de vingança política para dificultar o início da nova gestão. Com o próximo orçamento elaborado pela própria equipe, a expectativa é de que 2026 seja o ano em que o governo consiga, de fato, mostrar a que veio.
Se mantiver o ritmo de articulação e continuar afastando vícios do passado, Chico Mendes pode consolidar-se como o prefeito que mudou o modo de fazer política em Diamantino.
FONTE: DIAMANTINO NEWS





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